Ontem, na aula de teoria da cor, estudámos um pouco o olho e a maneira como percepcionamos a cor. Como sabemos, a cor não existe sem luz. É composta por ondas electromagnéticas e causam certas impressões no cérebro, que provocam sensações.
Os nossos olhos são um pouco limitados, ou seja, só conseguem perceber radiações electromagnéticas num espaço de comprimento de onda que vai dos 400 nanómetros até aos 700 nanómetros (algumas pessoas conseguem perceber dos 380 aos 780) e dependendo do comprimento de onda e da sua frequência, o cérebro é sensibilizado com maior ou menor rapidez.
Então, os nossos olhos contêm milhões de células, os cones e os bastonetes, que percorrem o espectro de luz e transformam os impulsos eléctricos dos diversos comprimentos de onda, e os enviam para o cérebro para que este crie a sensação de cor.
Os cones são responsáveis pela visão da cor, e são sensíveis as cores vermelho, verde e azul; são sensíveis à luz e proporcionam a visão fotópica.
Os bastonetes são responsáveis pela visão escotópica; são mais sensíveis à luz que os cones, por isso responsáveis pela visão nocturna.
Na imagem abaixo, temos um pequeno exemplo da nossa percepção a cores/imagens.
Num próximo post, desenvolverei mais este assunto. Até à próxima :)


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